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Homens e mulheres, um dia, entram em contato com ela, pois habita no inconsciente da humanidade. Sua idade, muitas vezes, corresponde a várias gerações, é transgeracional. Identificá-la é subjetivo, depende do mundo imaginário de cada indivíduo, de cada cultura e época. Por outro lado, é universal, por ser facilmente localizável na condição filial, materna ou paterna de qualquer cidadão.
Uma instituição que se propõe a ultrapassar fronteiras, o já conhecido, e a se familiarizar com o novo, o Bebê, esse des-conhecido. Ela prioriza as competências dos bebês e de seus pais ou cuidadores. Entende assim estar contribuindo para uma interação com base segura, para um futuro no qual o respeito e o re-conhecimento do e pelo outro, enquanto ser humano, se faz presente.
Diferenças de gênero, de etnias, de status socioeconômico e cultural servirão de cenário para a qualificar profissionais que dedicam sua atenção à fase do ponto zero (concepção) até os três anos.
Profissionais que trabalham com a fase do desenvolvimento humano de zero (concepção) a três anos e se deparam, no dia-a-dia do exercício profissional, com questionamentos que os direcionam a compartilhar e adquirir novos conhecimentos sobre:
O profissional, ao qualificar-se e integrar a rede que está sendo formada - a rede UNIBB - está cooperando para o desenvolvimento da cultura do séc. XXI, a cultura do Bebê.
Ocupar-se do bebê é, sem dúvida, ocupar-se do futuro, de nosso futuro comum. Saber de onde se vem e para onde se vai, quem sabe, nos levará a juntos construirmos, de hoje em diante, um mundo melhor. (Golse, 2002).
Capacitar profissionais da saúde e da educação a incentivar o desenvolvimento das competências dos bebês, seus pais ou responsáveis.
Psicóloga, Psicoterapeuta - Etnopsicoterapeuta; Psicanalista / SPPel Especialista em Saúde Perinatal, Desenvolvimento e Educação de Bebês / UnB; Mestre em Saúde e Comportamento / UCPEL, Doutoranda em Lingüística e Docente / UCPEL.
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